30 de janeiro de 2012

Fim-de-semana de aprofundamento filosófico e aula na Encol

Nosso curso de Aprofundamento Filosófico - Módulo I começou neste fim-de-semana com um time engajado e pró-ativo. Foram horas e horas aprendendo mais sobre o primeiro anga da prática ortodoxa do nosso Método, os mudrás.

Paradas para preparo do almoço e treinamento de gurusêvá também fazem parte do treinamento, que ao final de seis meses terá preparado yôgís e yôginís com mais conhecimento sobre a filosofia milenar que praticamos.

No domingo pela manhã a prática começou na Praça da Encol, com a companhia de outros alunos queridos. Sol brilhando em céu limpo deu o tom perfeito a aula, que contou com a participação do instrutor Leonardo Pinho, da Unidade Rio Branco.

Em fevereiro (dia 26) tem mais, inclusive a aula aberta e gratuita na Encol a partir das 9h. Todos são convidados, até os curiosos pelo Método, que podem chegar e fazer uma aula sem custo algum. Programe-se e convide seus amigos e familiares.

Veja as fotos do encontro.

Aula na Praça da Encol - Domingo às 9h







 Aula do Aprofundamento Filosófico + almoço e companhia da mascote da Unidade, a Uttitha.





26 de janeiro de 2012

Mentalização para suas manhãs


FOTO KATIKA


"Recebo este novo dia em minha vida com a disposição de ser uma pessoa melhor e mais feliz.


Quero me reeducar gradualmente para servir melhor as pessoas com quem me relacionar neste dia.

Vou aprender mais coisas, realizar algo de bom, regozijar-me com as coisas belas e simples como uma brisa, um raio de sol, um pássaro, uma flor.

Quero ser mais tolerante hoje do que ontem, e amanhã mais do que hoje. Desejo compartilhar as boas coisas, bons pensamentos."


livro Karma e Dharma
, DeRose

23 de janeiro de 2012

Você é proativo ou reativo?

"Pessoas re-ativas são aquelas que pensam e atuam dentro de padrões de causa e efeito.
Pessoas pró-ativas influenciam o meio, garantem harmonia, direcionam boas energias, iluminam tudo e a todos a seu redor. Nunca se sentem vítimas das circunstâncias. Escolhem com sabedoria as coisas que podem influir para uma mudança significativa que atenda a muitos
Quando um Proativo comete um erro, diz: “Enganei-me“, e aprende a lição.
Quando um Reativo comete um erro, diz: “A culpa não foi minha“, e responsabiliza terceiros.
Um Proativo sabe que a adversidade é o melhor dos mestres.
Um Reativo sente-se vítima perante uma adversidade.
Um Proativo sabe que o resultado das coisas depende de si.
Um Reativo acha-se perseguido pelo azar.
Um Proativo trabalha muito e arranja sempre tempo para para os demais.
Um Reativo está sempre “muito ocupado” e não tem tempo sequer para os seus.
Um Proativo enfrenta os desafios um de cada vez.
Um Reativo foge dos desafios e nem se atreve a enfrentá-los.
Um Proativo compromete-se, dá a sua palavra e cumpre.
Um Reativo faz promessas e quando falha só se sabe justificar.
Um Proativo diz: “Sou bom, mas vou ser melhor ainda”.
Um Reativo diz: “Não sou tão mau assim; há muitos piores que eu”.
Um Proativo ouve , compreende e responde.
Um Reativo não espera que chegue a sua vez de falar.
Um Proativo respeita os que sabem mais e procura aprender algo com eles.
Um Reativo resiste a todos os que sabem mais e apenas se fixa nos defeitos deles.
Um Proativo sente-se responsável por algo mais que o seu trabalho.
Um Reativo não se compromete nunca e diz sempre: “Faço o meu trabalho e é o quanto basta”.
Um Proativo diz: “Deve haver uma melhor forma de o fazer. . .”
Um Reativo diz: “Sempre fizemos assim. Não há outra maneira.”
Um Proativo é parte da solução.
Um Reativo é parte do problema.
Um Proativo consegue “ver a parede na sua totalidade”.
Um Reativo fixa-se “no azulejo que lhe cabe colocar”.
Um Proativo compartilha esta mensagem com os amigos.
Um Reativo a lê e a deleta. Acredita que esse texto foi enviado apenas para ele!"
Márcio Migliacci

16 de janeiro de 2012

Prakrtí - Natureza

"Játy antara parinámah prakrty apurat" - A transformação evolutiva é causada pelo fluxo da Prakrtí

Yôga sútra de Patáñjali (IV - 2)






12 de janeiro de 2012

Já estão abertas as inscrições para o DeRose Festival de Florianópolis

Um fim-de-semana inteiro de vivências e práticas, mais a força de uma egrégora que desfruta dos conceitos e técnicas do nosso Método. 

Três dias com uma programação rica em cultura e ensinamentos que servem para o desenvolvimento de qualquer praticante, desde o mais antigo até um recém-chegado. 

Assim são os DeRose Festivals, que acontecem anualmente em diversos meses e em diversas partes do mundo, unindo centenas de adeptos do Método. 

O de Florianópolis é o segundo de 2012, já que em março acontece o do Hawaii. Dos dias 18 a 20 de maio nos reuniremos no Costão do Santinho pra aproveitar desse encontro, que é coroado pela presença do Prof. DeRose.

Programe-se e não perca. Esses encontros são grandes oportunidades de você ter certeza de que escolheu o Método certo para aplicar no seu dia-a-dia, a fim de galgar seu desenvolvimento e realização pessoal.

Veja algumas fotos de como foi nossa viagem para Florianópolis com o grupo da escola e de alguns momentos por lá. 

Informe-se sobre como se inscrever.
















10 de janeiro de 2012

Couscus marroquino é a receita do mês!


Ingredientes
600 ml de água
1 cenoura
1 cebola inteira
1/2 cebola cortada
1 mandioquinha
1 colher rasa (café) de açafrão
1 colher rasa (café) de paprica doce
1 tomate picado em pequenos pedaços
1/2 alho-poró cortado
1 punhado de salsa cortada
1 punhado cebolinha cortada
1 punhado de damascos cortados (opcional)
1 punhado de passas secas (opcional)
Sal a gosto
Limão e azeite a gosto
500 g de couscus

Preparação
Cozinhe a cenoura, a batata e a cebola em uma panela com dois copos de água (300 ml cada) por 20 minutos, em fogo baixo. Tempere com sal a gosto. Depois que os legumes estiverem bem cozidos, retire-os da panela e reserve ao lado. Tempere o caldo com o açafrão e com a paprica doce. Meça a quantidade que restou do caldo depois de cozido. Meça a mesma quantidade de couscus marroquino num copo e tire três dedos. Desligue o fogo e coloque o caldo em outro recipiente. Coloque o couscus bem devagar, mexendo sempre, para não empelotar. Deixe esfriar e coloque por cima o tomate, o alho-poró, a cebola cortadinha, um punhado de salsa e um punhado de cebolinha. Misture tudo e acrescente o limão e o azeite a gosto. Se quiser, pode colocar também os damascos e as passas secas.

6 de janeiro de 2012

10 Mandamentos para “não-vegetarianos” que convivem com vegetarianos!

Extraído do blog de Lisa Simpson.


Foto tirada do Verde Tiras
1º – Não pense que os vegetarianos são espartanos que se alimentam de cenouras cruas e brotos de feijão.
A pergunta que mais ouço é “O que você come?”
Esta me deixa desconcertada; o que pode responder uma pessoa que tem uma dieta razoavelmente variada? Eu como espaguete, refogados, humus, cozidos, sorvete de framboesa, minestrone, saladas, burritos de feijão, bolo de gengibre, lentilha, lasanha, espetinhos de tofu, waffles, hambúrgueres vegetarianos, alcachofras, tacos, bagels, arroz com açafrão, musselina de limão, risoto de cogumelos silvestres — o que você come?

2º – Aprenda um pouco de biologia.
Eu ainda não sei bem o que fazer com pessoas que são inteligentes sob outros aspectos mas acham que uma galinha não é um animal. Só para constar, vegetarianismo significa não consumir carne vermelha, aves, ou peixe — nada que tenha um rosto. Já perdi a conta das vezes em que garçons sugeriram um prato de frutos do mar como entrada “vegetariana”.

3º – Principalmente se as pessoas forem vegetarianas por razões éticas, não julgue que elas não se importarão com “só um pouquinho” de carne em sua refeição
Você aceitaria “só um pouquinho” de seu gato, ou “um bocadinho” do Tio Jim em sua sopa?

4º – Deixe de fazer lobby para a indústria da carne.
Parece que os “não-vegetarianos” pensam que os vegetarianos são como as pessoas que fazem regime e que nós queremos trapacear de vez em quando.
Meu pai tem certeza de que se ele conseguir me convencer que sua carne enlatada é uma delícia, eu vou ceder e comê-la. Amigos tentam me fazer experimentar “só um pedacinho” de qualquer prato com carne que eles estejam comendo, partindo da premissa de que é tão bom que é impossível que eu recuse. Há vezes em que penso que os “não-vegetarianos” aprenderam a fazer pressão com os caras malvados dos filmes anti-drogas que nós assistíamos no ginásio. Ouçam bem: não precisam insistir dizendo que é “ótimo”, nós não vamos comer.

5º – Quando um vegetariano fica doente, não diga a ele ou a ela que está desnutrido.
Dos comentários que ouvi quando tive gripe, vocês pensariam que os “não-vegetarianos” nunca ficam doentes. Quando eu fico doente, tem sempre alguém esperando para me dizer que é por causa da minha dieta. Na verdade, da mesma forma que existem “não-vegetarianos” saudáveis e doentes, há vegetarianos saudáveis e doentes. (Por falar nisso, estudos demonstraram que os vegetarianos tem o sistema imunológico mais resistente do que os “não-vegetarianos”.)

6º – Quando estiverem em um restaurante com um vegetariano, tenham paciência — comer fora pode ser um desafio mesmo para o mais consumado vegetariano.
Apesar da aceitação em voga da dieta à base de vegetais, a maior parte dos cardápios de restaurantes ainda está repleta de produtos animais.
Alguns restaurantes parecem não ter nada a não ser carne em seus cardápios; mesmo as saladas têm ovos ou frango! Não reclamem se seus esforços para determinar os ingredientes exatos do minestrone parecerem paranóia; a experiência nos ensinou que esses interrogatórios à mesa são necessários. Após anos interrogando garçons e garçonetes, descobri que itens descritos como vegetarianos muitas vezes contém caldo de galinha, banha, ovos, ou outros ingredientes animais.

7º – Não façam caretas para nossos alimentos.
Antes de torcerem o nariz para meu cachorro-quente de soja ou para o tofu, pensem naquilo que vocês estão comendo. Só porque se alimentar de animais é amplamente aceito, isso não significa que não seja uma grosseria.

8º – Percebam que nós provavelmente já ouvimos isso antes.
Uma das coisas mais engraçadas sobre ser veg é a pessoa que tem certeza de ter o argumento que vai mudar minha maneira de pensar. Quase que invariavelmente vêem como uma destas jóias:
(a) “Animais comem outros animais, portanto porque os seres humanos não o fariam?” (Resposta: A maior parte dos animais que mata para se alimentar não sobreviveria se não o fizesse. Esse obviamente não é o caso com os seres humanos. E desde quando usamos os animais como exemplo de comportamento?)
(b) “Nossos ancestrais comiam carne.” (Resposta: Talvez — mas eles também moravam em cavernas, conversavam aos grunhidos, e tinham escolhas muito limitadas de estilo de vida. Supõe-se que nós já tenhamos evoluído desde aquela época.)

9º – Apesar da opinião popular, vocês não têm o direito de esperar que os vegetarianos transijam convicções pessoais em nome da “cortesia”.
Pessoas que nunca sonhariam em convidar um alcoólatra recuperado para experimentar sua vodca preferida, ou em querer que alguém que levasse uma vida kosher aceitasse um pouco de bacon, acham perfeitamente razoável esperar que eu coma o bolo de carne da tia Maria porque eu o adorava quando criança e ela ficaria muito ofendida se eu não aceitasse um pouco agora.

10º – Parem de dizer que os seres humanos “precisam” comer carne;
Nós somos a prova viva de que não precisam.
Pessoas que sob outros aspectos respeitam minha capacidade de me cuidar recusam-se a acreditar que não tomei a decisão de me tornar vegetariana impulsivamente. Eu fiz muita pesquisa sobre o vegetarianismo — provavelmente mais do que vocês fizeram sobre dieta e nutrição — e estou confiante da escolha que fiz.
Vocês conhecem os estudos que demonstram que os “não-vegetarianos” tem duas vezes mais possibilidade de morrer de problemas cardíacos, 60% mais chance de morrer de câncer e 30% a mais de possibilidade de morrer de outras doenças? Eu não estaria comendo desta maneira se uma extensa pesquisa não tivesse me convencido de que o vegetarianismo é mais saudável e mais ético do que comer carne; uma pergunta mais pertinente seria se você pode justificar a sua dieta.”

4 de janeiro de 2012

Leitura do mês: Quando é preciso ser forte.

 Todos os meses vamos aproveitar o espaço para sugerir aos leitores do blog a leitura também de algum livro que fale da nossa cultura e do nosso Método.

A primeira indicação é o livro "Quando é preciso ser forte" do autor DeRose. Nele lemos a trajetória deste educador desde os primórdios de seu contato com a filosofia hindu e seus ensinamentos até os dias de hoje, uma vez que se trata de uma biografia e tendo o autor vivo e ativo ainda há muito para se escrever.

Ao iniciar a leitura você se sente mais próximo deste que é um dos principais ensinantes de uma filosofia de vida rica em conceitos, técnicas e meios para se tornar uma pessoa melhor e mais consciente.

Sem dúvida o tipo de livro que você devora em poucas horas ou poucos dias, pois não consegue desgrudar de toda a história de vida desta pessoa tão importante para nós.

#Fica a dica.


3 de janeiro de 2012

2012 chegou!

Boa mensagem pro ano novo que chegou. Vamos fazer dos nossos dias momentos felizes e cheios de novidades sempre.

"O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história.
O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o aqui e o agora.
Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais...
Mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia?
Quero viver bem! Este ano que passou foi um ano cheio.
Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões.
Normal. Às vezes se espera demais das pessoas. Normal.
A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor que acabou. Normal.
O ano que vai entrar não vai ser diferente. Muda o ano, mas o homem é cheio de imperfeições,
 a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí?
 Fazer o quê? Acabar com seu dia? Com seu bom humor?
Com sua esperança? O que eu desejo para todos nós é sabedoria!
E que todos saibamos transformar tudo em uma boa experiência!
Desejo para você esse olhar especial.
O ano que vai entrar pode ser um ano especial, muito legal, se entendermos nossas fragilidades
e egoísmos e dermos a volta nisso.
Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro.
O ano que vai entrar pode ser o bicho, o máximo, maravilhoso, lindo, espetacular... Ou... Pode ser puro orgulho!
Depende de mim, de você!
Feliz olhar novo!!!
Que o ano que se inicia seja do tamanho que você fizer.
Feliz Olhar Novo para o Ano que se inicia!!! Em cada problema um novo desafio...
Em cada dor um novo aprendizado...Em cada dia um novo momento".

(Carlos Drumonnd de Andrade)

22 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL E BOA ENTRADA DE ANO!

E dia 4 de janeiro estamos de volta, cheios de energia e buscando mais e mais uma vida com qualidade.